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ASPECTOS HISTÓRICOS DO COLÉGIO 


1967 e 1968

     O ano de 1967, foi um marco na história de Guaraniaçu. Pelo Decreto nº 4111/67 de 07 de maio, o então Governador do Estado do Paraná, Paulo Cruz Pimentel e o Secretário de Estado da Educação, Carlos Alberto Moro, criaram o Ginásio Estadual Francisco Maia. Através de um Título de Concessão de Domínio Pleno, expedido pelo então Prefeito Municipal de Guaraniaçu, Olavo Della Torre, em 28/08/67, sem valor declarado, o Estado do Paraná adquiriu os lotes 01 a 18 (um a dezoito), da Quadra nº 51 (cinqüenta e um), do Perímetro Urbano de Guaraniaçu, com área total de 8836m2, confrontando com as Ruas Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Afonso Pena e Nilo Peçanha. As obras de construção do prédio do Ginásio, já estavam em andamento e, em 11/09/67, o Governo do Estado do Paraná, registrou o terreno no Registro de Imóveis, Hipotecas da Comarca de Laranjeiras do Sul – PR, anotadas no livro nº 03, à folha 206, transcrição nº 14.960, fazendo a averbação da construção de alvenaria em 13/09/67, medindo 942,10 m2, distribuídos em 08 salas de aulas, 01 secretaria, 01 gabinete para o diretor, 01 sala de professores, 01 sala de espera, 01 Hall (saguão) e 02 conjuntos de banheiros. Com a Portaria nº 12940/67, que autorizou o funcionamento da Escola, iniciou-se em 1968, a atividade pedagógica, com o Exame de Admissão e, em 04/03/1968 realizou-se a aula inaugural do Ginásio. A primeira diretora indicada foi Hercília Marlene Garcia Born, que permaneceu até 1972. Ainda em 1968, a Escola passou a chamar-se Ginásio Estadual de Guaraniaçu, ofertando o ensino de 1º Grau. Contava então com 04 turmas num total de 72 alunos.
     Eram professores desta época: Wallace Moliterno Garcia, Antonio Ferronatto, Antonio Ramos dos Santos, Ana Neoli dos Santos, Caetano Bernardo Filho, Nelsy Pavelski, Olavo Della Torre, Frei Egidio Carlotto, Hercília Marlene Garcia Born e Nélio Vieira. 


1969 a 1979

     Em 24/06/1969, numa reunião da Comunidade, com presença de professores, autoridades e representantes de pais, ficou deliberado que o ginásio passaria a chamar-se Ginásio Estadual Desembargador Antônio Franco Ferreira da Costa, em homenagem póstuma ao Desembargador Antônio Franco Ferreira da Costa que prestou serviços relevantes a comunidade de Guaraniaçu especialmente na criação da Comarca de Guaraniaçu, que chegou a receber o Título de Cidadão Honorário de Guaraniaçu.
     A primeira turma de formandos de 1969, chamada “Turma Hercília Marlene Garcia Born”, tinha como alunos: Antonio Zaniolo, Claudinor Roberto Stempniak, Damião Fernandes Buzzachera, Eloisa Maria Girolometo, Euclides De Bastiani, Joaninha Aparecida Rodrigues, Luiz Bruno Pasqualotto, Luiz Koprovski, Luiz Nelson Gemelli, Maria Mirian Mocelin, Maria Nakonecznei, Naldi Gemelli, Risolete Mocelin, Terezinha Mafalda Lorençatto, Terezinha Rodrigues Cezemer, Vera Maria Barbosa e Vilmar Alberto Sandi.
Foram também diretores do Ginásio, Dionísio Sabatoski (1973), Osdival P. Paiva (1974), Érico Pinto Piana (1975), Albano Tomasini (1976), Cláudio Sabatoski (1978) e Irmã Maria Scremin (1979 a 1984). 


1980 a 1990

     Em 1980, a Resolução nº 1990 da Secretaria de Estado da Educação, homologou o Parecer nº 119/80 e aprovou o Plano de Implantação do Ensino de 1º Grau para o Ginásio. Então, em 30/12/81, a Resolução nº 3293, autorizou e incorporou o Ginásio Estadual Desembargador Antonio Franco Ferreira da Costa, ao Complexo Escolar “Dom Bosco”, Ensino de 1º Grau, trocando o nome do Ginásio para Escola Desembargador Antonio Franco Ferreira da Costa – Ensino de 1º Grau.
     Em 1981, se formam as primeiras turmas de alunos do curso de 2º Grau, da Habilitação Plena de Contabilidade, com 22 alunos e da Habilitação Básica em Saúde, com 16 alunos. Em 1982, forma-se a primeira turma de Básico em Agropecuária, com 11 alunos.
Nesse período, o Colégio foi ampliado, com a construção de mais 05 salas de aula e dois conjuntos de banheiros, tendo assim uma área construída de aproximadamente de 1325m2.
     Em 1983, a Resolução nº 1769, publicada no Diário Oficial nº 1567, de 29/06, em seu Artigo 1º, alterou o nome do Complexo Escolar Dom Bosco – Ensino de 1º e 2º Graus, para Complexo Estadual Dom Bosco – Ensino de 1º e 2º Graus e Escola Desembargador Antonio Franco Ferreira da Costa – Ensino de 1º Grau para Escola Estadual Desembargador Antonio Franco Ferreira da Costa. A Resolução nº 2449/83, publicada no Diário Oficial nº 1578 de 14/07/83, transferiu o curso regular de 2º grau do Colégio Estadual Rocha Pombo – Ensino de 1º e 2º Graus para a Escola Estadual Desembargador Antonio Franco Ferreira da Costa – Ensino de 1º Grau e, em decorrência disso, a Escola passou a denominar-se Colégio Estadual Desembargador Antonio Franco Ferreira da Costa – Ensino de 1º e 2º Graus e a Resolução nº 3391/83 de 03/10/83 reconheceu o curso de 2º grau, na Habilitação Plena de Contabilidade e Básicas em Agropecuária e em Saúde. A Resolução nº 3414/83 de 04/10/83, reconheceu o curso de 1º grau do Colégio Estadual Desembargador Antonio Franco Ferreira da Costa.
     A última turma da Habilitação Básica em Agropecuária formou-se em 1984, com 05 alunos.
     Foram diretores do Colégio: Cláudio Sabatoski (1985), Ana Neoli dos Santos (1986 a 1989).
     Os Pareceres 89 e 90, de 05/02/86, aprovaram o Projeto de Implantação de novo curso de 2º Grau Regular – Propedêutico, para funcionar no Colégio, atualizado pela Resolução nº 511/86 de 06/02/86, em substituição a Habilitação Básica em Saúde, cuja cessação gradativa, foi atualizada pelo Parecer n.º 200/86 de 19/02/86 homologado pela Resolução nº 686/86 de 20/02/86. O Parecer nº 321 de 10/05/88 homologado pela Resolução nº 1455 de 12/05/88 cessou definitivamente, também a Habilitação Básica em Agropecuária. A última turma da Habilitação Básica em Saúde formou-se em 1987, com 21 alunos.
     A Resolução nº 2915 de 12/09/88 reconheceu o curso de 2º Grau – Educação Geral, o qual passou a integrar o reconhecimento originalmente declarado pela Resolução nº 3391/83. Estavam em funcionamento na Escola, além do curso de 1º Grau, os cursos de 2º Grau Educação Geral e Contabilidade.
     Em 13/07/89 foram iniciadas as obras de ampliação do Colégio em mais 339,03m2, concluída em Março/90, quando eram diretores Wilson Stadler (1990) e Regina Céli Mantovani Munaretto (1990). Esta obra terminou com uma área um pouco maior e modificada em relação ao previsto, sendo construídas no térreo mais 04 salas de aula, 04 salas para setor administrativo, Hall e área de circulação.


1991 a 1994

     De 1991 a 1994, foi Diretora a professora Eliana Mara Della Torre. Nesse período, o Parecer nº 736 de 12/12/91, homologado pela Resolução n.º 4458 de 24/12/91, autorizou a implantação da 4ª série da Habilitação Técnico em Contabilidade, com expedição de Certificado de Auxiliar em Contabilidade, ao final da 3ª série e de Diploma de Técnico em Contabilidade na conclusão da 4ª série. A primeira turma de 4ª série, formou-se em 1992, com 09 alunos.
     Foi dado prosseguimento, em Maio/91 ao Projeto da Cobertura para a Quadra Poliesportiva do Colégio, que tinha a estrutura lateral construída a mais de dez anos. A obra só foi concluída em 17/03/96, com uma área total coberta de 1370 m2.
     A Resolução nº 4122 de 28/11/91 autorizou a implantação da Habilitação de Magistério e o Parecer nº 76 de 02/01/92 aprovou o Projeto de Implantação Adicional da Habilitação Magistério, a partir do ano letivo de 1992, cujo funcionamento foi autorizado pela Resolução nº 349 de 30/01/92.
     Em agosto de 1992, é lançado o projeto das obras no subsolo e térreo do Pavilhão C, que fora construído em 1990. Mas só em Maio/95, foi autorizada a construção da área de 406,16m2, onde estão edificadas 01 cozinha, 01 refeitório, 01 cantina, 01 banheiro e área de serviços.
     Em 27/05/93, a Resolução nº 2892, designou o nome dos primeiros Conselheiros do Conselho Escolar do Colégio Estadual Desembargador Antonio Franco Ferreira da Costa e reconheceu o Estatuto. O Conselho, de auxílio à Direção do Estabelecimento, conta com representantes dos vários segmentos da Comunidade Escolar.
     A Resolução nº 5390/93, da Superintendência da Educação, aprovou nova Grade Curricular para o Ensino de 1º Grau, que passou a vigorar a partir do ano letivo de 1994.


1995 a 1997

     Em 1995, assume a direção do Colégio, a professora Maria Aparecida de Oliveira e Vice Diretor Ivo Darcy Soligo. Em 1996 e 1997, foi diretora a professora Ilza Ribeiro Gonçalves, sendo Diretor Auxiliar Ivo Darcy Soligo, escolhidos por eleições na Comunidade Escolar.
     A Habilitação de Magistério teve autorização de funcionamento prorrogada por mais dois anos, pela Resolução nº 2593/95, retroativa a 1994 e a Resolução nº 1935 de 03/05/96, prorrogou a autorização por mais um ano. O Parecer nº 136 de 07/08/96 aprovou a concessão do Reconhecimento da Habilitação Magistério e a Resolução nº 3337 de 29/08/96 reconheceu a Habilitação Magistério.
     A Habilitação Técnico em Contabilidade teve autorizado o funcionamento da 4ª série para 1996 e 1997, pelas Resoluções nº 1087 de 14/03/96 e nº 4713 de 17/12/96 que também autorizaram a expedição ao final da 3ª série do Certificado de Auxiliar de Contabilidade e ao final da 4ª série, do Diploma de Técnico em Contabilidade. O Parecer 82/96 do DESG – Departamento de Ensino de 2º Grau, aprovou o Currículo Pleno da Habilitação Auxiliar de Contabilidade/Técnico em Contabilidade, quando as habilitações estiverem reconhecidas.
     O Parecer nº 134/96 da Secretaria de Estado da Educação aprovou a concessão de reconhecimento do curso de 2º Grau Educação Geral – Preparação Universal.


1998 a 2001

     Em 1998, assumiu a direção do Colégio, a professora Ana Rosa Gregorio, por eleições, para um mandato até dezembro/2000, tendo como Diretores Auxiliares a professora Marilene Constantini de Araujo e o professor Osmário de Lima Portela. Em parceria com a A.P.M. (Associação de Pais e Mestres), do Colégio Estadual Desembargador Antonio Franco Ferreira da Costa, foi construída em fevereiro/1998, a casa do zelador, obra mista de alvenaria e madeira medindo 52,3 m2. Entre agosto/98 e janeiro/99, resultando de Convênio da APM com a SEED – Secretaria de Estado da Educação, através do PROEM – Programa de Expansão, Melhoria e Inovação no Ensino Médio do Paraná, foram edificados o Laboratório de Informática e a Biblioteca medindo 224,03 m2, além de reformas e adequação do Colégio; em julho/99, foi regularizada a rede de esgotos do Colégio, com a instalação de uma elevatória e, em junho/2000, concluída a nova sala dos professores medindo 68,38 m2.
     Período de grandes mudanças. Com a Resolução nº 3120/98 de 31/08/98 da Secretaria de Estado da Educação, a nomenclatura dos estabelecimentos de ensino é alterada e o Colégio passa a denominar-se Colégio Estadual Desembargador Antônio Franco Ferreira da Costa – Ensino Fundamental e Médio; a Resolução n.º 4804 de 22/12/99 da Secretaria de Estado da Educação cessou definitiva e gradativamente os cursos Profissionalizantes em Nível Médio, sendo que no Colégio foram extintas as Habilitações Auxiliar de Contabilidade/Técnico em Contabilidade e Magistério. Em dezembro de 1999, formou-se a última turma de 4ª série de Técnico em Contabilidade, com 24 alunos e a última turma de 4ª série de Magistério também com 24 alunos. O curso de Educação Geral também foi reformulado, mudando de matriz curricular e nome, passando a chamar-se Ensino Médio, através do Parecer n.º 140 de 22/02/2000, do Departamento de Ensino de 2º Grau, que aprovou a Proposta Curricular do Ensino Médio, diurno e noturno, com implantação gradativa a partir de 1999. Em 2001, indicada pelo NRE continua na Direção Ana Rosa Gregorio.


2002 a 2005

     Em 2002, assume a direção do Colégio a professora Rozane Secchi, através de eleição direta com toda a comunidade escolar, com mandato até dezembro de 2004, tendo como diretora Auxiliar a professora Sandra Sunti.
     Através de convênio APM/Fundepar em 2002 foram construídas 2 salas de aula, medindo 129,60 m2 . Além de melhorias para adequação do Colégio . Por meio do Projeto Vale saber foi adaptado uma sala ambiente de leitura, também recebeu doação de 1 computador Pentium, foi recebido da fundepar cadeiras giratórias etc...
     Em 2002 o Colégio tem uma área construída de 3.745,86 m2 + salas novas distribuídos em 18 salas 1 sala para ambiente de leitura de aula (em quatro blocos),sendo o total de 19 salas, 06 conjuntos de banheiros, 01 Laboratório de Biologia, Física e Química, 01 Laboratório de Informática com 24 computadores instalados, 01 Biblioteca com aproximadamente 5.000 volumes, Refeitório, Cozinha, Cantina, área de administração, área de serviços, sala de professores e área de lazer (com churrasqueira). Possui duas quadra: uma poliesportiva coberta e uma sem cobertura e cultiva 180 m2 de horta.
     Em 2002, oferece o curso de Ensino Fundamental – 5ª a 8ª série para 1047 alunos distribuídos em 29 turmas, nos turnos manhã e tarde e o curso de Ensino Médio para 560 alunos distribuídos em 14 turmas, nos turnos manhã, tarde e noite. A Equipe Pedagógica do Colégio conta com 54 professores lecionando em sala de aula, 03 Supervisores de Ensino: Edna Gonçalves da Silva, Alexandra Luiza Tonial e Ledir Ferlin; 02 Orientadoras Educacionais: Vera Lúcia Baldo e Maria Aparecida de Oliveira; 01 Diretor e 01 Diretor Auxiliar (Sandra Fatima Sunti). O quadro de pessoal se completa com 11 auxiliares administrativos e 16 auxiliares de serviços gerais.
No ano de 2003 a escola, por meio de promoções via APM, reformou o saguão, parte dos corredores e 15 salas de aula, também colocou em 09 salas de aulas ventiladores.
     Em 2003 a escola contou com 54 professores, 16 auxiliares de serviços gerais, 11 assistentes administrativos, 03 supervisoras de ensino e 02 orientadores educacional.
     Em outubro de 2003, acontece a eleição para diretores, concorre ao cargo e ganha as eleições a professora Rozane Secchi tendo como suas auxiliares as professoras Edna Gonçalves da Silva e Sandra Fátima Sunti Prieto.
     Em 2004 reabre neste estabelecimento o Curso de Formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental nas modalidades Integrado com 117 alunos e Seqüencial com 40 alunos.
     Nesta gestão 2004/2005 continuaram as reformas na estrutura da Escola colocando pastilhas nas paredes e ao final de 2005 foram concluídas as reformas de todas as salas de aula.
     As reformas iniciaram pelas salas e depois se estendeu aos corredores e saguão. Ocorreu desta forma porque a maior preocupação era fazer com que os alunos, professores e funcionários se sentissem bem neste ambiente, dentro das salas foi reformado os quadros e colocado ventiladores e caixa de som.
     Nesta gestão foram adquiridos vários vídeos, televisores, aparelho de som e DVD, além de outros materiais pedagógicos utilizados no dia-a-dia. Foi adquirido para o laboratório de ciências, reagentes, instrumentos e vidrarias no valor de R$ 1.800,00 (hum mil e oitocentos reais), verba estadual enviada pelo Fundepar. No laboratório de Informática foi assinado um convênio para recebimento de 40 micro computadores. Foi instalado na escola sistema de alarme, devido aos roubos.
     Em março de 2005, a escola recebeu via FUNDEPAR, uma ordem de Serviço no valor de R$ 763,254,78 (setecentos e sessenta e três mil, duzentos e cinqüenta e quatro reais e setenta e oito centavos), para ampliação e reforma da escola. A obra iniciou em abril de 2005, com a construção 07(sete) salas de aula, banheiros, bicicletário e sala para hora atividade dos professores, sala para multiuso, construção de um portão para acesso ao bloco novo “D”. Depois da construção deu-se início as reformas dentro da escola, previstas para o término das aulas. Os ambientes que serão reformados com a verba acima citada é a quadra poliesportiva, inclusive os banheiros, mecanografia, banheiros, sala de orientação, sala de supervisão, cozinha, cantina, cobertura parcial entre os blocos A e B, cobertura ligando a escola ao laboratório de informática e a biblioteca, os banheiros do bloco C serão mudado de lugar e até será construído um saguão, será ampliado todo o muro quanto à altura. Com essa construção a escola passa de uma área de 3.745.86 m2 para 5.153,85 m2. O valor citado será repassado da FUNDEPAR para a empresa, de acordo com o avanço da construção em contrato firmado entre a construtora e a FUNDEPAR. 


2006 a 2007

     Em Janeiro de 2006 assume a direção da escola a professora Alexandra Luiza Tonial, com formação em Pedagogia e especialização em Educação Especial e a vice-direção os professores Osmário de Lima Portella formado em Educação Física e Dovar Paulo Pinto formado em História; por eleição direta em outubro de 2005 com toda comunidade escolar,
     A atual direção assumiu em janeiro de 2006 trabalhando em conjunto com a seguinte equipe de profissionais: 05 Pedagogas, sendo, Maria Aparecida de Oliveira, Vera Baldo Pietrobon, Dinora de Godoy, Tatiane Zanin e Adriana Basso; possui aproximadamente 70 professores, 09 funcionários Assistentes Administrativos, 16 funcionários dos Serviços Gerais e 01 secretária.
     Nessa ocasião as obras da escola, que foram iniciadas em 2005, estavam paralisadas, havendo começado, apenas, a construção das 07 salas externas, não tendo iniciado a reforma completa. Haviam 02 salas cedidas para a empreiteira que trabalhava na obra da escola, onde uma era depósito e a outra servia de dormitório para os operários, a escola não tinha como matricular todos os alunos. A atual Direção retomou em janeiro de 2006 de imediato as salas e reativou-as. Também reformou com auxilio da APMF e adaptou mais uma sala, utilizada anteriormente com instalação sanitária, para que pudessem ser abertas mais turmas e atendidos mais alunos, totalizando então 22 salas em cada período manhã e tarde e 9 turmas no período noturno num total de 53 turmas.
     Visto que as obras estavam paralisadas buscou-se junto a SEED e a Fundepar a reavaliação e a agilização do processo da reforma, sendo que após a rescisão contratual com a empreiteira Alpha Sam a qual havia abandonado a obra em dezembro de 2005, houve então em setembro de 2006 nova licitação realizada no dia 21/09/06, o valor foi ampliado de R$ 763,254,78 (setecentos e sessenta e rês mil, duzentos e cinqüenta e quatro reais e setenta e oito centavos) para R$ 1.011.000,00 (um milhão e onze mil reais), incluindo , por solicitação da Direção, a Casa do Caseiro e a Reforma da fachada da escola. Buscou, ainda, junto a SEED a reforma da rede lógica elétrica para implantação do novo laboratório de informática, sendo que o antigo vindo do PROEM em janeiro de 1999 não estava em funcionamento.
     Quanto à parte pedagógica, entendida com fundamental dentro desta instituição, foram desenvolvidos no ano de 2006, vários projetos pedagógicos visando à melhoria na qualidade de ensino. São eles:
• Projeto Informativo: Este projeto prevê a elaboração de informativos para que a comunidade escolar e a comunidade em geral tenham conhecimento das ações desenvolvidas na escola. É uma forma de interagir com a família mantendo-a informada sobre o funcionamento da escola;
• Projeto “Agenda Escolar”: Consiste num instrumento para que os alunos aprendam a organizar e coordenar seus próprios estudos. Com orientações sobre o Regimento Escolar; Hábitos de Estudo, com dicas sobre como melhorar o rendimento no aprendizado; além de espaço para anotação de provas, trabalhos e, com o intuito de aproximar a família da escola, a Agenda Escolar, conta ainda com espaço para avisos ou comunicados entre pais e professores;
• Projeto Festa da Primavera e Feira de Conhecimento: Esse era um Projeto que já acontecia na escola, e foi extinto desde 1996. Foi retomado pela atual direção, sendo realizado nos dia 21, 22, 23 de setembro de 2006, com exposição de 13 Projetos Interdisciplinares, Oficinas, Apresentações de Música, Danças, Poesias e Teatro.
• Projeto Teatro na Escola: grupo teatral, formado por de um grupo de alunos e Equipe Pedagógica, os quais encontram-se para ensaios e organização de apresentações de peças educativas, em 2006, com a peça “O auto da Barca do Fisco”, que trabalha e conscientiza sobre Educação Fiscal.
• Projeto de Saúde Bucal: atividade desenvolvida em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde.
• Palestras sobre Evasão e Repetência desenvolvidas durante o ano letivo a fim de refletir sobre estes índices com a visualização de gráficos e tabelas demonstrando os resultados do Colégio nos últimos anos, a fim de buscar soluções para estes problemas.
• Apoio ao desenvolvimento do grupo de estudos de Rememorização da 1ª Associação Internacional do Trabalho, promovido pela Unioeste de Foz do Iguaçu.
• Incentivo à participação dos alunos do Curso de Formação de Docentes e dos professores do colégio na Conferência de Educação, promovida pela APP- Sindicato e Unioeste Cascavel.
• Desenvolvimento dos grupos de estudo aos sábados por disciplina e modalidades de ensino ofertados pela SEED.
• Formação para os alunos das 8ª séries e do Ensino Médio sobre a importância do Grêmio Estudantil dentro da escola, contemplando os conceitos de cidadania, democracia, participação e movimento estudantil.
• Implantação do projeto complementar Centro de Língua Estrangeira Moderna – CELEM, com o idioma de Espanhol, a partir do mês de Junho de 2006, com a abertura de 02 turmas sendo uma no turno da manhã e outra no turno da tarde.
• Abertura de duas Salas de Recursos para o atendimento de alunos com dificuldades de aprendizagem e deficiência mental, sendo uma no turno da manhã e outra no turno da tarde, com a Autorização de Funcionamento Resolução nº 1146 de 04/04/2006.
• Apoio e suporte técnico-pedagógico a projetos desenvolvidos pelos professores do estabelecimento, tais como: visitas à Usina Salto Segredo e Usina de Itaipu.
• Implantação do Ensino Fundamental noturno com a abertura da 8ª série, tendo em vista atender aos alunos com defasagem idade-série e que também já trabalham para auxiliar no rendimento familiar.
• Conselho de Classe Participativo: propôs-se, também neste ano de 2006, a realização do Conselho de Classe participativo, onde pais e alunos foram convidados para participar desse momento de avaliação do processo educativo, visando aproximar tais sujeitos do processo de avaliação constante do processo de ensino e aprendizagem;
• Reuniões Pedagógicas periódicas: momentos de reflexão sobre o trabalho pedagógico, onde, neste ano de 2006, foram concluídas as Propostas Pedagógicas Curriculares do Colégio com base nas Diretrizes Curriculares Estaduais, além de discussões sobre assuntos de cunho pedagógico específico do colégio;
• Projeto de Formação Continuada gratuito junto a UNIOESTE – Universidade Estadual do Oeste do Paraná, com duração de 160 horas, realizados aos sábados durante todo o ano letivo, onde foram estudadas as principais teorias pedagógicas tendo como objetivo primeiro, o posicionamento dos profissionais deste estabelecimento de ensino frente a uma fundamentação teórica única e consistente.
• Recebimento dos livros didáticos públicos do Ensino Médio, sendo a primeira remessa em 06/10/06, totalizando 698 livros, de Filosofia, Geografia, Sociologia, História, Artes e Matemática. E a segunda remessa de livros em 27/10/06, totalizando 698 livros de: Educação Física, Língua Portuguesa, Física, Química Biologia e Língua Estrangeira Moderna. Recebeu-se também, 211 livros para a Biblioteca do Professor.
• Juntamente com a APMF, realizou algumas promoções para aquisição de alguns equipamentos para uso administrativo e didático, como: projetor multimídia, impressora HP Laser, impressora multifuncional instalação do PABX, Máquina Digital, persianas em um dos blocos de salas de aula, 1 notebook.
     O ano de 2007 inicia-se para os alunos, professores, funcionários e comunidade escolar com atraso de onze dias letivos devido a problemas ocasionados por um temporal que acometeu nosso município no dia 25 de dezembro de 2006, o qual comprometeu toda a cobertura da escola. Estes onze dias serão repostos durante o ano conforme calendário escolar. Considerando que as reformas foram interrompidas por problemas de excesso de chuvas, a escola não possuía a quantidade de salas necessárias para atender a demanda de alunos, logo, a direção entrou em contato com a Secretaria Municipal de Educação, com o frei responsável pela Paróquia Nossa Senhora de Fátima, com a diretora do CEEBJA e com o responsável pelo Sindicato Rural Patronal para que cedessem algumas salas para uso dos alunos até que a reforma se completasse. A este pedido a escola foi prontamente atendida e passamos a oferecer atendimento ao Ensino Médio nas dependências do CEEBJA, Secretaria Municipal de Educação e ainda nas Salas de Catequese. No prazo de vinte dias foram adaptadas duas salas de aula no espaço destinado a refeitório, tempo este também onde se completou a reforma das salas do bloco C, destruído após o temporal de dezembro, podendo retornar com todas as turmas que estavam sendo atendidas nos espaços acima mencionados.
     No ano de 2007 a escola recebeu da SEED 50 computadores e 06 impressoras laser para a instalação do novo laboratório de informática do Programa Paraná Digital, sendo que no mês de março do corrente ano também foi realizada a reforma da rede lógica elétrica nas instalações do futuro laboratório e também nas dependências da Secretaria e Sala dos Professores.
     Em relação aos projetos desenvolvidos no ano de 2006 e que estão tendo continuidade neste ano de 2007, podemos citar o Projeto da Agenda Escolar que após avaliação junto aos pais e professores do colégio constatou-se ser este um importante instrumento de apoio pedagógico, pois, serve de veículo para informações referentes ao andamento das atividades e programas da escola, além de servir de espaço de comunicação entre pais, professores, alunos e demais pessoas envolvidas no processo de ensino e aprendizagem.
Está-se dando continuidade também ao grupo de estudo em conjunto com a Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, onde os estudos e reflexões iniciados em 2006 deram base teórica para se discutir e pensar a realidade específica do Colégio Estadual Desembargador Antonio Franco Ferreira da Costa, neste ano cada grupo de professores está pesquisando um determinado tema, entre os quais, a renovação da pesquisa sobre a caracterização da comunidade escolar, aspectos da formação dos educadores que lecionam nesta escola, análise da questão da indisciplina escolar que tem afetado o bom andamento do processe de ensino e aprendizagem, estudo aprofundado sobre as dificuldades de aprendizagem e áreas de deficiência com o intuito de informar sobre as especificidades dos alunos que por ventura possam apresentar tais condições, tendo em vista que o processo de inclusão está posto para todas as escolas do país. A pesquisa ora mencionada será transcrita neste documento assim que for concluída. 










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